Abandono afetivo gera indenização? O que muda com a Lei 15.240/2025 e quando é possível buscar reparação na Justiça

Fotografia cinematográfica de uma adolescente sentada em um sofá na sala de uma casa brasileira, olhando com introspecção para um álbum de fotos antigas no colo. Ao lado, em uma mesa de centro, há um exemplar impresso do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) com papéis jurídicos. Ao fundo desfocado, uma mesa de jantar com materiais escolares e uma mochila sinaliza seu crescimento. A iluminação de fim de tarde reforça o tom de reflexão sobre ausência parental e responsabilidade familiar.

A Lei 15.240/2025 passou a reconhecer expressamente o abandono afetivo como ilícito civil. Entenda quando a ausência de um pai ou mãe pode gerar indenização e quais provas são necessárias. Abandono afetivo gera indenização? Uma dúvida que milhares de filhos carregam por anos… Existem ausências que não aparecem em fotografias. Não deixam documentos. Não geram […]